quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Viciados de Ribeirão Bonito/SP transferem títulos para Analândia/SP e trocam votos por dinheiro para comprar crack




Por Fábio Oliva

A exploração da miséria e da fraqueza humana parece não ter limites para alguns políticos. Em Ribeirão Bonito/SP, cidade de aproximadamente 12 mil habitantes, a 200 quilômetros de São Paulo, o vale-tudo eleitoral levou dependentes químicos a transferirem seus títulos eleitorais para Analândia/SP e a trocarem seus votos por dinheiro que acabaram usando para adquirir pedras de crack.

Os craqueiros foram apenas alguns das dezenas de eleitores de Ribeirão Bonito que aceitaram transferir seus títulos de eleitor para Analândia, pequena cidade de 4,3 mil habitantes, a 223 quilômetros da capital paulista. Cada um recebeu R$ 50,00 pela transferência e a promessa de uma cesta básica. Mas entre os mais de 50 eleitores aliciados dessa forma também estão pessoas em situação de risco alimentar e dependentes de álcool.

As duas cidades têm históricos interessantes. Ribeirão Bonito ficou nacionalmente conhecida como berço da maior rede nacional de organizações não governamentais de combate à corrupção, atualmente com mais de 250 entidades. É a cidade sede da AMARRIBO Brasil, que em parceria com a Transparência Internacional e a Controladoria Geral da União, organiza a 15ª Conferência Internacional Anticorrupção, que será realizada de 7 a 10 de novembro deste ano em Brasília/DF. Analândia é uma das 27 cidades paulistas em que o número de eleitores supera o de habitantes. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicam que Analândia teria 4,3 mil habitantes, mas o número de eleitores passa de 5,5 mil.

Segundo os moradores de Analândia, há pelo menos 20 anos não são os moradores do município quem escolhem o prefeito da cidade para administrar os tributos que pagam. “As eleições aqui têm sido decididas pelo voto de eleitores fantasmas, muitos residentes em estados do nordeste, que recebem dinheiro para viajarem até Analândia no dia da eleição e votarem nos candidatos que os corromperam”, afirma o engenheiro agrônomo Vanderlei Vivaldini Júnior, integrante de uma organização não governamental de combate à corrupção, a AMASA – Amigos Associados de Analândia, filiada da rede da Amarribo Brasil.

A ação de políticos que aliciam e transferem irregularmente grande número de eleitores para Analândia tem encontrado amparo em entendimento do Tribunal Superior Eleitoral sobre o tema. De acordo com o TSE, o domicílio eleitoral (onde o eleitor vota) não precisa ser o mesmo do domicílio civil (onde o eleitor mora). Alguns municípios, segundo o entendimento do TSE, desenvolvem características específicas que levam a essa situação, o que, segundo o órgão máximo da justiça eleitoral brasileira, não configura necessariamente fraude.

Para o TSE, o cidadão não precisa ter residência no município onde pretenda alistar-se como eleitor. Para isso basta que comprove vínculos que abonem esse requisito. Esses vínculos podem ser patrimonial, profissional, comunitário, entre outros. Daí decorre que, segundo o TSE, em alguns casos, notadamente em municípios que apresentem características especiais geográficas, de desenvolvimento de atividade econômica ou produtiva, ou de atrativos de outra natureza, haja incremento no quantitativo de eleitores, superando a própria população residente. Para a justiça eleitoral, não há proporção ideal ou legalmente definida entre o número de habitantes e o de eleitores.

Para a ONG AMASA o entendimento da justiça eleitoral sobre a questão é uma “porteira aberta” para as fraudes. Há duas semanas a entidade obteve provas dessa espécie de fraude. Dezenas de eleitores que sequer sabem onde fica Analândia e jamais estiveram na cidade, portanto sem vínculos patrimonial, profissional, comunitário, afetivo ou de qualquer outra espécie com a cidade, foram corrompidos para transferirem seus títulos eleitorais para o município. Em troca, cada um recebeu R$ 50,00 e a promessa de uma cesta básica.

As provas foram obtidas por um golpe de sorte. Há duas semanas, um dos moradores de Ribeirão Bonito que aceitou transferir o título eleitoral para Analândia foi até a cidade, segundo ele, com o propósito de “acertar as contas” com o vereador local que aliciou dezenas de moradores de dois dos bairros ribeirãobonitentes mais pobres, o Centenário e o Malvinas, para que transferissem seus títulos eleitorais. Ele contou que nem sabia onde ficava Analândia. Sem dinheiro, foi pegando carona. Primeiro de Ribeirão Bonito até o trevo de São Carlos, de lá até Itirapina e, finalmente, até Analândia.

Ao chegar a Analândia o eleitor começou a pedir informações sobre onde poderia encontrar o vereador Diego da Conceição Santos, que acabou assumindo o cargo no lugar do vereador Evaldo José Nalim, assassinado em sua casa, com sete tiros, quatro na cabeça, diante da esposa. Acabou encontrando uma pessoa que lhe perguntou o que desejava com o vereador, à qual explicou que transferira seu título eleitoral e da sua esposa para Analândia, a pedido do vereador Diego, em troca de R$ 50,00 e uma cesta básica para cada, mas as cestas nunca haviam chegado. Sem o que comer em casa, num gesto de desespero, decidiu “acertar as contas” com o vereador.

Conhecedor do trabalho anticorrupção realizado pela AMASA, o cidadão analandense ao qual o morador de Ribeirão Bonito perguntou onde poderia encontrar o vereador Diego foi orientado a procurar a ONG. Convencido a não usar de violência contra o vereador, o eleitor aceitou procurar o vereador para conversar, usando um gravador escondido. Ele encontrou o vereador na praça central de Analândia, mas ali Diego da Conceição Santos não quis prolongar a conversa. O vereador o orientou a ir até o interior de um banheiro público, que fica na praça central da cidade. No local, o vereador deu R$ 70,00 ao eleitor para que comprasse a cesta básica que não havia sido entregue, mostrou-lhe “santinhos” e perguntou se os votos dos eleitores de Ribeirão Bonito transferidos irregularmente para Analândia eram “firmes”.

No áudio gravado, o morador de Ribeirão Bonito diz que vários moradores cujos títulos eleitorais foram transferidos para Analândia a pedido de Diego da Conceição Santos alegavam que não haviam recebido os R$ 50,00. O vereador afirma: “Paguei todo mundo”. Sobre as cestas que não haviam sido entregues, o vereador confirma que não só mandou as cestas através de “Tonho”, como daria um “aperto em Tonho” para saber o motivo pelo qual ele não havia entregado as cestas. E garantiu que se “Tonho” não entregasse as cestas, “levaria mais” cestas para distribuir.

A legislação eleitoral proíbe dar ou mesmo prometer qualquer coisa em troca de voto.

O nome do morador de Ribeirão Bonito está sendo mantido em sigilo, para não atrapalhar as investigações. F. C. F. e sua esposa F. M. S. F. estão colaborando as investigações do Ministério Público. Eles já prestaram depoimento à Promotora de Justiça Constance Caroline Albertina Alves Toselli, de Ribeirão Bonito.

O casal mora em um pequeno cômodo, pelo qual paga R$ 350,00 de aluguel. Ambos estão desempregos e lutam com dificuldades para criar uma filha adolescente. No dia em que foi abordado pelo vereador Diego da Conceição Santos para transferir os títulos eleitorais para Analândia, F. C. F. conta que havia saído de casa para tentar arrumar um “bico” a fim de conseguir dinheiro para comprar um botijão de gás. Foi quando avistou uma aglomeração de pessoas em volta de um Fiat Uno vermelho, que escutavam a proposta do vereador: R$ 50,00 mais uma cesta básica para cada um que transferisse o título eleitoral para Analândia. “Sei que eu também errei em aceitar transferir o título, mas a minha família estava passando muita necessidade”, ele conta.

F. C. F. informou que de acordo com os cálculos do vereador Diego da Conceição Santos, ele precisaria transferir cerca de 100 eleitores para Analândia. “Essa era a quantidade de votos que ele disse que precisava para se eleger vereador”, disse em depoimento do MPSP. Nos dias que se seguiram, 5 a 8 de maio de 2012, todos que aceitaram a proposta foram levados em três automóveis até o Cartório Eleitoral de Rio Claro. Os veículos fizeram várias viagens. Foram usados um Fiat Uno de Diego da Conceição Santos, um Fusca marrom e um Corcel de “Tonho”, pessoa que teria ajudado o vereador a aliciar os moradores de Ribeirão Bonito para a transferência dos títulos.

Na fila do Cartório Eleitoral, os moradores de Ribeirão Bonito receberam fotocópias de contas de energia e de água, segundo F. C. F. e F. M. S. F., fornecidas pelo vereador Diego da Conceição Santos e pelo candidato a prefeito de Analândia, José Roberto Perin, para que “comprovassem” o endereço em Analândia. Também receberam marmitas. Feitas as transferências, contou o casal, Beto Perin entregou um envelope a Diego da Conceição Santos, contendo o que parecia ser dinheiro. Diego, por sua vez, mandou que os eleitores entrassem nos carros e, agachando-se como se quisesse se esconder atrás da porta do lado do motorista, passava os R$ 50,00 prometidos. As cestas básicas ficavam de ser entregues posteriormente.

No dia em que transferiu os títulos eleitorais para Analândia, 8 de maio, o casal conta que a maioria dos moradores de Ribeirão Bonito transportados eram dependentes químicos de álcool e crack. “Teve gente que recebeu os R$ 50,00 e foi direto para a “boca” comprar a pedra”, relatou. O casal se recorda que entre os viciados havia uma grávida, no sétimo mês de gestação. “Ela estava com tanta fome que comeu quatro marmitas”, disseram à Promotora de Justiça.

Após a conclusão das investigações em Ribeirão Bonito, as informações colhidas pela Promotora de Justiça Constance Caroline Albertina Alves Toselli serão enviadas à Promotora Eleitoral de Itirapina, responsável pela cidade de Analândia, para as providências judiciais.

Leia abaixo a transcrição do áudio da conversa havida entre o vereador Diego da Conceição Santos e o morador de Ribeirão Bonito que transferiu o título eleitoral para Analândia em troca de R$ 50,00 e uma cesta básica.

TRANSCRIÇÃO DO ÁUDIO DA CONVERSA HAVIDA ENTRE

F. C. F. E O VEREDOR DIEGO CONCEIÇÃO SANTOS

00min37s
ELEITOR: Eu vim atrás docê cara.
DIEGO: Só um segundinho (passa a atender uma ligação telefônica)

00min54s:
ELEITOR: Nossa, fui lá em cima cara, na Prefeitura, 
DIEGO: Cê tá com quem ai?
ELEITOR; Não, tô de carona. Eu vim de carona.
DIEGO: Ah, tá.
ELEITOR: Falei assim: Nossa, tô precisando da ajuda do Diogo lá. Do Diego.
DIEGO: Ham, Ham.
ELEITOR: Falei assim. Falei com a minha mulher: vou ter que encarar, meu. Sai de madruga, quase. Falei assim, Nossa, pelo amor de Deus.
DIEGO: Tô indo em Pirassununga agora.
ELEITOR: Tá indo para Pirassununga?
DIEGO: Ham, Ham.
ELEITOR: É, porque você falou da cesta lá e não rolou mais...
DIEGO: Não chegou?
ELEITOR: Não!
DIEGO: Ué...
ELEITOR: Ninguém pegou esta cesta lá.
DIEGO: Então, eu mandei. Pelo Tonho e o ... Ele falou comigo que teve um que foi até buscar lá antes, com dor nas costas. 
ELEITOR: Não. Cesta não chegou prá ninguém lá.
DIEGO: Ô, Louco.
ELEITOR: O Tonho é o crente lá, né? Do Corcel? Aquele do Corcel que nóis trouxe? Que veio trazer o pessoal lá em Rio Claro?
DIEGO: Ele mesmo. Fala jovem. Tudo bem? (Diego cumprimenta outra pessoa).
ELEITOR: Então... Eu falei pro cara ali, falei assim: Cadê o Diogo, lá do Uno vermelho, que tem um fusquinha marrom, 
DIEGO: Ham, Ham.
ELEITOR: Falou assim: A rapaz, ele não se encontra aqui não. 

01min50s ao 02min46s
DIEGO: (Passa a atender outra pessoa)
DIEGO: Sim.
ELEITOR: Ai eu falei assim ó... Falei para minha mulher... Vou lá atrás do Diogo lá, cara, porque a coisa tá feia pro meu lado. 
DIEGO: Sim.
ELEITOR: Vou ver se ele pode me dar uma ajuda lá, cara.
DIEGO: Então... Vamos fazer o seguinte... Eu... A gente tá na frente aqui da oposição.
ELEITOR: Da onde?
DIEGO: Da oposição. Aqui, no meio da praça... cê sobe aqui ó.. Tá vendo aquelas caçambas ali...
ELEITOR: Ham.
DIEGO: Cê sobe aqui... Tem um banheiro. Fica ali, viu. Fica ali no banheiro público. Vou dar a volta aqui e tô indo ali. Tá bom?
ELEITOR: Beleza.

05min43s

ELEITOR: Eu vim pra dentro do banheiro público, onde ele pediu pra mim vim, que ele vai conversar comigo aqui 

07min43s

DIEGO: Cê veio aqui em Analândia. 
ELEITOR: Assim éé. Tô fudido né cara. 
DIEGO: Cê tá correto, cara. Correto.
ELEITOR: Falei pra minha mulher, falei assim: Pelo amor de Deus, F., Vamos encontrar... Tenho que encontrar o Diego lá, prá ele dar uma força prá mim.
DIEGO: Bom. Peraí. Tá aqui. (Nesse momento Diego entregou R$ 70,00 a F. C. F. )
DIEGO: Cara, eu vou... vou ver com Tonho o que está acontecendo e vou levar mais cestas lá. 
ELEITOR: É... Porque ele não deu não. Pra nóis lá ele não deu não.
DIEGO: Claro. Eu tô ligado. (trecho incompreensível) Eu tô ... documento... uma coisada ai. Mas só que eu vou dar uma força ...
ELEITOR: Porque o pessoal lá falou assim... eles falaram assim: Olha, se ele vier aqui...
DIEGO: Eu?
ELEITOR: Se ele vier aqui e não dar nada pra nóis, nóis vai quebrar ele no pau.
DIEGO: Ô louco.
ELEITOR: Nossa, pelo amor de Deus cara, 
DIEGO: Eu vou apertar o Tonho, porque...
ELEITOR: Aperta o Tonho lá, porque... porque... Tem um rapaz... Um menino lá, eu falou assim: Ele não deu meu dinheiro. Eu falei assim: Ó, não sei se deu. Prá mim... Agora a cesta... a cesta até agora ele não deu não.
DIEGO: Dei dinheiro prá todo mundo. Tudo certinho (...). Olha, o vereador vai ser este. Mas você fica tranquilo, nós vamos acertar esse trem ai.
ELEITOR: Beleza.
DIEGO: Tá bom.
ELEITOR: Obrigado.
DIEGO: Eu vou ligar para o Tonho hoje, vou dar um aperto nele.
ELEITOR: Fala pra ele não deu nada de cesta pra mim não.
DIEGO: Ô
ELEITOR: Ô, por isso que eu vim aqui. Porque eu tô apertado, numa necessidade do caramba. Tem eu e minha mulher né, que nóis transferimos o título aquele dia aqui.
DIEGO: E é voto firme, né?
ELEITOR: Então, é voto firme. E até agora não trouxe nada. Eu falei: ah, vou em Analândia, que eu tô quebrado né.
DIEGO: Seu eu tivesse tranquilo ele levava você lá cara.
ELEITOR: Obrigado, cara.
DIEGO: Mas eu já tô com um pessoal para levar para Pirassununga. Se não ele levava você até lá. 
ELEITOR: Não, beleza. Vou de carona mesmo. Não vou nem gastar esse dinheiro, que eu vou chegar lá e vou comprar uma cesta.
DIEGO: Tá. Deixa eu correr lá.
ELEITOR: Valeu. Vai lá.




15 comentários:

  1. PAULO HENRIQUE FRANCESCHINI17 de agosto de 2012 11:06

    Esta ai uma prova cabal e irrefutavel do que é a eleição municipal em ANALANDIA ha 20 anos.Certa vez fui indagado por um amigo aqui de JABOTICABAL se eu não sentia indignação com essa situação. Disse a ele.. indignação não o que sinto é revolta porque todos(justiça eleitoral,comum,juiz,promotoria,etc,etc) sabem e nada acontece.Disse-me o amigo. E o povo fica quieto??? Ele estava sugerindo, acredito eu, um levante do povo contra a situação. Eu disse a ele que o povo de ANALANDIA é bom, da paz, pacifico e respeitador da ordem. Mas agora quero completar dizendo. TUDO TEM LIMITE. Ou se faz algo ou então o povo entendera que CHEGOU A HORA. PASSOU DOS LIMITES. Nos não vivemos em uma DEMOCRACIA e sim somos humilhados por um DEMO em forma de gente.Perder uma eleição faz parte do processo democratico mas ser humilhado pelo votos "FANTASMAS" não da mais. E com uma agravante sem precedentes que é a compra de votos para alimentar famintos biologicamente falando(isso é de doer na alma de qq cristão) e tambem o narcotrafico(é digno de piedade por parte de qq cristão).Como cidadão ANALANDENSE,como BRASILEIRO e como CRISTÃO eu não aceito mais essa situação. JUSTIÇA JA!!!!!

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  2. Eta crentinho bom de serviço ja faz mais de 100 titulos este vai pro céuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

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  3. Este Diego não é mole não pois ter uma acusação desta contra pessoas que estão passando necessidade ou tem problemas com drogas/ alcool.
    È não ter coração mais tambem com o professor q tem o que esperar deste pessoal.

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  4. GOZOLANDIA, GOZOLANDIA , GOZOLANDIA é mais uma historia desta triste POLITICA PODRE.

    Até quando teremos estas historias.

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  5. E muitas vezes não entendemos como vereadores que fazem um orrivel trabalho consegue se elege. mas tai explicado. Juarez

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  6. KKKKKKKKKKKKKKKK apelou em Diego pede para sair 007 kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Como pode o SR estudar para Advogado só se for do Diabo KKKKKKKKKKKKKKKK Veja só castelo de areia sempre cai kkkkkkkkkkkkkk Estou tam feliz que palavras não basta para mim povo isso para Analandia nem em sonho vereador ruim basta

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  7. Ta vendo Diego, agora vai parar de andar pelas ruas de Analândia, rindo da cara da população.

    Lembra de todos os comentarios dizendo que sua batata estava assando.... que sua casa iria cair.... pois é...agora acredita não é mesmo?????

    Se eu fosse você, antes de ter o mandato atual e a sua candidatura cassada sairia dessa vida....

    Volta pra faculdade, aprende direito, e encontra outra maneira de ganhar dinheiro...
    Abração

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  8. O peixe morreu pela boca..........

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  9. que novidade o pior ele hainda vai fazer aguardem......

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  10. E que não venham promotores e juizes acatarem a velha e esfarrapadas desculpas que isso é coisa da oposição...

    E podem creres há mais coisas ainda...a serem desvendadas, o cidadão aí não tá sózinho nisso não..nem tem cacife pra bancar nada, êsse dinheiro ta saindo do sofrido povo de Analândia.

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  11. Sabe, não que eu achasse que ele era um politico idôneo.Mas chegar a isso??Como assim??
    Ao invés de procurar ajudar dependentes quimicos,ao inves de procurar fazer o bem, o HOMEM DE DEUS aumenta o vicio das pessoas, paga o vicio delas ,suja a integridade moral que elas por serem discriminadas já não tem e ainda fala em nome de DEUS????
    Que DEUS é esse que ele serve???
    Sinceramente não estou acreditando no que estou lendo.Não sou ninguem para julgar.Mas acho que vc deveria pensar que tem uma filha linda.E que um dia vai crescer e saber tudo que seu pai fez.
    Por ela Senhor Diego.Pense antes de fazer algo assim.

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  12. no inferno tem igreja kkkkkkk19 de agosto de 2012 14:53

    DIEGO se o pastor da sua igreja falar algo vá para igreja do magal,vcs. dois unidos jamais seram vencidos kkkkkkk

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  13. amigão o magal não tem igreja ela pertence a quem crer em DEUS amigão vc está mal informado ele vai em uma cidade próxima com seu irmão de fé e na esquina onde já trouxeram irmãs de fé de sexta feira com velas pretas e tudo que tem direito ok.

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  14. Art. 13. Não será tolerada propaganda, respondendo o infrator
    pelo emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso
    de poder (Código Eleitoral, arts. 222, 237 e 243, I a IX, Lei nº 5.700/71 e Lei
    Complementar nº 64/90, art. 22):
    I – de guerra, de processos violentos para subverter o regime,
    a ordem política e social, ou de preconceitos de raça ou de classes;
    II – que provoque animosidade entre as Forças Armadas ou
    contra elas, ou delas contra as classes e as instituições civis;
    III – de incitamento de atentado contra pessoa ou bens;
    IV – de instigação à desobediência coletiva ao cumprimento da
    lei de ordem pública;
    V – que implique oferecimento, promessa ou solicitação de
    dinheiro, dádiva, rifa, sorteio ou vantagem de qualquer natureza;
    VI – que perturbe o sossego público, com algazarra ou abuso
    de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
    VII – por meio de impressos ou de objeto que pessoa
    inexperiente ou rústica possa confundir com moeda;
    VIII – que prejudique a higiene e a estética urbana;
    IX – que caluniar, difamar ou injuriar qualquer pessoa, bem
    como atingir órgãos ou entidades que exerçam autoridade pública;
    X – que desrespeite os símbolos nacionais.
    Art. 14. O ofendido por calúnia, difamação ou injúria, sem
    prejuízo e independentemente da ação penal competente, poderá demandar,

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  15. SAFADO TAMBEM É QUEM VOTA NELES!!!

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Aqueles que desejarem citar nomes deverão se identificar, pois todos tem direito de defesa e de resposta.
Mas ressaltamos que comentários caluniosos, não serão publicados.
Aproveite este espaço que é seu, usando da melhor maneira!
O Blog Unidos Por Analândia é instrumento sério que busca a verdade e o bem da população Analandense abrindo esse espaço para manifestações e informações!!!