domingo, 31 de julho de 2011

É POSSÍVEL!!!



Exemplo de administração eficiente e competente!
Esteve ontem na cidade de Ribeirão Bonito, para o XII Encontro dos Filhos e Amigos de Ribeirão Bonito, o prefeito Eduardo Gaiesvski da cidade de Realeza, PR, mostrando que é possível administrar bem os recursos públicos de uma cidade.
Eduardo está a frente da administração da cidade há 7 anos e conta que seguindo recomendações da AMARRIBO tem conseguido mostrar como administrar uma cidade com cerca de 16.000 habitantes sem gastar muito.Realeza tem um orçamento de 20 MILHÕES DE REAIS, e Eduardo garante que é suficiente para fazer tudo que precisa para que a cidade se desenvolva bem e com qualidade e ainda sobra dinheiro em caixa.A cidade apresenta bons resultados, basta analisar os resultados apresentados na educação e na saúde. Harmonia e paz, sinônimos do bom desempenho do seu gestor.


"Tudo isso não é um favor que faço para o cidadão de Realeza e sim é um direito da cidade e do povo, todos os prefeitos deveriam pensar assim!" Eduardo Gaiesvski

Com esse relato, o que ressaltamos é que se comparado com o orçamento de Analândia,que tem cerca de 4 mil habitantes e orçamento de 18,5 MILHÕES DE REAIS, é que pode ser feito muito mais sem necessitar de mais dinheiro.



REALEZA-PR
ANALÂNDIA-SP
ORÇAMENTO
          20 MILHÕES
       18,5 MILHÕES
POPULAÇÃO
         16.000
         4.000
IDH
           0,783
         0,804
ÁREA
       353,415 km²
     326.630 km²
PIB
188 776, 587 mil
82 744, 707 mil

A Equipe do Blog Unidos por Analândia sugere ao Prefeito Luizinho que ele conheça a cidade de Realeza e seu prefeito para que adquira conhecimento de como gerir melhor uma cidade. 



Placa de Agradecimento para a Amarribo do prefeito Eduardo de Realeza/Paraná

sábado, 30 de julho de 2011

XII Encontro dos Filhos e Amigos de Ribeirão Bonito




A AMARRIBO BRASIL apresentou durante a programação do XII Encontro dos Filhos e Amigos de Ribeirão Bonito, neste sábado(30), um pouco de sua história e a trajetória da entidade nesses 12 anos de fundação.

O evento teve início às 10h00, na sede da entidade, com a presença de autoridades, convidados e visitantes, além de diretores e conselheiros da AMARRIBO BRASIL.
Josmar Verillo, Presidente do Conselho de Administração, contou um pouco da história da entidade desde a sua fundação 1999, quando um grupo de amigos se reuniu no Morro Bom Jesus e ali foi fundada a AMARRIBO. Os projetos para Ribeirão Bonito foram detalhados por Josmar.

Na sequencia veio a apresentação da Diretora de Combate à Corrupção, Lizete Verillo que falou da formação da Rede AMARRIBO que hoje conta com 202 entidades as quais trabalham com os mesmos propósitos e objetivos da AMARRIBO.

Nicole Verillo contou sobre o surgimento da AMARRIBO Júnior, seus projetos e futuro.

José Chizzotti, conselheiro da AMARRIBO aproveitou a presença de autoridades para pedir apoio jurídico às ONGs da Rede. Disse da importância da parceria com a CGU – Controladoria Geral da União e do compromisso assumido pela AMARRIBO em organizar a 15ª Conferência Internacional Contra a Corrupção.

Jorge Sanchez, Presidente da Diretoria Executiva, deixou de lado a formalidade para falar o quanto se sente feliz em integrar a equipe da AMARRIBO e de poder dedicar parte de seu tempo combatendo a corrupção no país. Jorge, que já viajou por diversos países representando a AMARRIBO, disse que a entidade é muito respeitada e requisitada.

Guilherme Haehling, Diretor Executivo da AMARRIBO discorreu sobre o momento presente da entidade, ressaltando a importância das parceiras com a CGU e a T.I. – Transparência Internacional, da qual a AMARRIBO deverá torna-se um capítulo no Brasil.


Leo Galdino Torresan, foi empossado por Josmar Verillo, Presidente do Conselho de Administração da AMARRIBO BRASIL para os próximos três anos. Leo agradeceu o companheirismo do Josmar prometendo muito trabalho e dedicação. Leo Torresan fez uma rápida apresentação do trabalho da entidade para os próximos anos.

Convidados

Paulo Veiga. Prefeito de Ribeirão Bonito, disse que a cidade vive tempos tranquilos. Enalteceu o trabalho da AMARRIBO, dizendo que a corrupção é um mal que tem que ser combatido. Veiga colocou a prefeitura à disposição para quem quiser conhecer a sala da transparência.

Marlon Reis, Juiz Estadual, autor do Projeto Ficha Limpa e fundador do MCCE – Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Disse sobre o árduo trabalho que é combater a corrupção, mas que a sociedade tem que acreditar que unida poderá vencer esse mal. Citou o próprio Projeto Ficha Limpa de iniciativa popular e que acabou virando lei.

Vania Lucia Ribeiro Vieira, Diretora de Prevenção da Corrupção da CGU, disse que a AMARRIBO foi escolhida para organizar a 15ª Conferência pelo trabalho que apresentou durante todos esses anos. Ressaltou que o Ministro Chefe da CGU, Jorge Hage está confiante que o evento que será realizado no Brasil em 2012 será coroado de sucesso.

Eduardo Gaiesvski, Prefeito de Realeza – PR, foi homenageado pela AMARRIBO, tendo seu e-mail transformado em um quadro que será colocado entre outros existentes na sede da entidade.

O E-mail

Gaievski escreveu um e-mail contando da importância que a AMARRIBO teve em sua vida ao entrar para a política de Realeza. Gaievski deixou a iniciativa privada para se candidatar a prefeito de Realeza. Em pesquisa, Gaivski contava com menos de 1% das intenções de voto e acabou se elegendo prefeito com mais de 60% dos votos válidos. Na reeleição com mais de 80%.

Eduardo Gaieviski, disse que aplicou muito dos ensinamentos da AMARRIBO em sua cidade. De acordo com Gaievski, a cidade hoje tem muito dinheiro em caixa com a cidade bem administrada onde tudo funciona, diferentemente do que acontecia no passado. Muito emocionado Eduardo parabenizou a AMARRIBO pelo trabalho que desenvolve no país.


Após o envento, foi servido almoço na chácara da Eneida.



Dr. Marlon Reis Juiz Estadual, um dos fundadores do MCCE - Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e autor do Projeto Ficha Limpa


Leo Torresan é empossado por Josmar Verillo Presidente do Conselho de Administração da AMARRIBO BRASIL

 Presidente da Diretoria Executiva Jorge Sanchez se emociona durante apresentação

 Prefeito de Realeza Eduado Gaievski, recebe homenagem da AMARRIBO

Diretora de Prevenção da Corrupção da CGU - Controladoria Geral da União, Drª Vania Lucia Ribeiro Vieira

Fotos do Almoço entre amigos, Amasa esteve presente!
Parabéns Amarribo pelo exemplo!

MINISTÉRIO PUBLICO X JOÃO SEBASTIÃO BERTOLETI E OUTROS

Disponibilização: Sexta-feira, 29283.01.2005.002509-5/000000-000 - nº ordem 392/2005 - Ação Civil Pública - O MINISTÉRIO PUBLICO X JOÃO SEBASTIÃoBERTOLETI E OUTROS - 1. Inseri os dados pertinentes no cadastro nacional de condenações por improbidade administrativa, 
conforme impresso que segue. 2. Ficam os sentenciados JOÃO SEBASTIÃO BERTOLETI, ENEAS SALATI FILHO e INSTITUTO 
DE ECOLOGIA APLICADA LTDA intimados, por seu(s) advogado(s), a, no prazo de 15 dias, efetuar o pagamento, em caráter 
solidário, de R$ 77.298,12, a título de ressarcimento ao erário público, sob pena de prosseguimento da execução e incidência 
de multa de 10% na forma do art. 475-J do CPC. 3. Fica o sentenciado JOAO SEBASTIAO BERTOLETI intimado, por seu(s) 
advogado(s), a, no prazo de 15 dias, efetuar o pagamento de R$ 33.681,54, a título de multa civil, sob pena de prosseguimento 
da execução e incidência de multa de 10% na forma do art. 475-J do CPC. 4. Ficam os sentenciados JOÃO SEBASTIÃO 
BERTOLETI, ENEAS SALATI FILHO e INSTITUTO DE ECOLOGIA APLICADA LTDA intimados, por seu(s) advogado(s), ainda, 
a proceder ao recolhimento das custas devidas, nos moldes requeridos pelo Ministério Público. 5. Int. - ADV JOSE ANTONIO 
FRANZIN OAB/SP 96014 - ADV AYRTON PINASSI OAB/SP 18772 de Julho de 2011 Diário da Justiça Eletrônico - Caderno Judicial - 1ª Instância - Interior - Parte III São Paulo, Ano IV - Edição 1005 249

Vereador recebe voz de prisão de promotor por mentir em audiência

João Carlos Cerbi disse que viu funcionários fantasmas trabalhando na Câmara Municipal

28/07/2011 - 20:36
Alterar o tamanho da letra A-A+
Um vereador de Leme foi levado para a delegacia na terça-feira (26), pois, segundo o Ministério Público, deu um falso testemunho durante uma audiência pública. Ele é uma das testemunhas de um processo que investiga desvio de verbas na Câmara Municipal.
A denúncia foi feita pelo Ministério Público. O vereador José Giacomeli é acusado de peculato, por ter desviado verbas públicas. Entre 2006 e 2008, período em que foi presidente da Câmara, ele contratou dois funcionários para cargos de confiança, mas, segundo a promotoria, eles nunca exerceram as funções.
Somados os valores pagos em salários, a quantia chega a R$ 75 mil. A assinatura dos supostos funcionários fantasmas estão em holerites e também no documento de posse, mas em nenhum ofício, o que para a promotoria é a prova de que eles nunca trabalharam. “Além de documentos, o MP apresentou oito testemunhas que confirmaram que eles não frequentavam diariamente a Câmara. Só apareciam para tomar café ou para receber os pagamentos”, disse o promotor Daniel Serra Azul.
Em uma audiência pública sobre o caso na terça, duas das testemunhas ouvidas contaram uma versão diferente. O vereador João Carlos Cerbi e um porteiro da Câmara disseram que viam sempre os supostos funcionários trabalhando.
Como os depoimentos eram opostos à maioria das testemunhas, o promotor deu voz de prisão aos dois. O porteiro voltou atrás no que disse, mas o vereador foi parar na delegacia.
Cerbi só foi liberado depois de mudar o depoimento. Mesmo assim, ele ainda confirma ter visto os funcionários na Câmara. “Como eu dei falso testemunho se aquele momento era o meu primeiro depoimento? Eu os via esporadicamente, mas não sei informar a quantidade de vezes. O depoimento continua”, explicou.
O advogado Edmilson Barbato, que representa o ex-presidente da Câmara e os supostos funcionários fantasmas, disse que, por enquanto, não vai se manifestar sobre o caso.
O processo continua na Justiça e ainda não há uma decisão. Como duas testemunhas de defesa não foram encontradas, o juiz determinou um prazo para que a defesa apresente os endereços, para que essas testemunhas se apresentem em outra audiência.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ong Amasa será exemplo de controle social para o Mundo !

Conferência de Controle Social terá efeito sobre todas as contas públicas

Municípios começam convocação de etapas que poderão resultar em implementação imediata de políticas que afetam todos os setores administrativos de cidades, estados e União



São Paulo – Ao menos dez municípios convocaram as etapas municipais da Conferência sobre Transparência e Controle Social (Consocial). A Controladoria Geral da União (CGU) tenta reunir os dados das mais de cinco mil cidades habilitadas a convocar as discussões locais, que vão até novembro, e imagina que as inscrições ganhem ritmo mais intenso na segunda quinzena de agosto.
Serão definidas diretrizes que devem guiar as etapas estaduais, no geral marcadas para os três primeiros meses de 2012 e já confirmadas por todas as unidades da federação. Organizações não governamentais, representantes da sociedade civil em geral e integrantes das diversas esferas do poder se encontram em maio do ano que vem em Brasília para trocar experiências sobre o controle das contas públicas. 


A avaliação é de que o Brasil caminha bem em termos de controle social. Há bons exemplos que foram surgindo desde a promulgação da chamada Constituição Cidadã, em 1988. O primeiro exemplo veio do próprio Estado, com a criação dos conselhos de políticas públicas, que passaram a se reunir em todos os níveis para sugerir ações em áreas como educação, saúde, assistência social e esportes. Mas as iniciativas da própria sociedade floresceram com mais intensidade nos últimos anos. “Na minha avaliação, houve uma grande evolução nos últimos anos, principalmente por conta dos fortalecimentos dos órgãos de controle e da transparência das contas públicas, a divulgação de gastos pela internet”, afirma Fábio Félix, coordenador executivo da Consocial. “É um tema transversal. O controle social passa por todas as políticas públicas, mexe com toda a aplicação de recursos.”
A vantagem desta conferência setorial, uma marca de administração que foi reforçada durante o governo Lula, é que as políticas aprovadas nas etapas municipais podem ser aplicadas antes mesmo da aprovação de um plano nacional de transparência. “Controle social se realiza na base, se realiza diretamente na relação da gestão do Estado com o cidadão”, analisa Caio Magri, gerente de políticas públicas do Instituto Ethos. “Por mais que a gente possa propor diretrizes e linhas diretas para uma política nacional, não se pode perder a oportunidade de fazer coisas imediatamente.” 

Articulação

De fato, as páginas da internet têm se transformado em uma importante ferramenta para facilitar a divulgação de informações e a articulação das diversas iniciativas. O exemplo mais bem acabado para quem atua no setor é oPortal da Transparência da CGU. Recorre-se a esta página da internet toda vez que se precisa consultar os convênios firmados entre os municípios fiscalizados e o governo federal. É possível saber o valor dos contratos a partir da cidade com que foram firmados, por ano e por empresa.
É este o caminho das pedras para a ONG Amasa, de Analândia, no interior paulista. Alguns dos 4.293 habitantes desta cidade começaram a notar que havia dinheiro em caixa, mas faltavam políticas públicas. Eles começaram a se organizar para frequentar a Câmara Municipal, e não tardou para que se dessem conta de que o Legislativo local era apenas uma extensão do Executivo. Mexer neste ninho, no entanto, não era tarefa fácil. “A situação na época era tão temerosa, qualquer um que quisesse levantar informações sofria ameaças, que a gente teve de fazer reuniões dentro da igreja e a portas fechadas”, conta Vanderlei Vivaldini, engenheiro agrônomo e secretário da organização.
O auge da campanha de medo se deu em outubro do ano passado, quando o vereador Evaldo José Nalin foi assassinado. Ele investigava um esquema de desvio de verbas na prefeitura. Meses depois foi preso e denunciado Luis Carlos Perin, irmão do ex-prefeito da cidade. Para Vivaldini, a tentativa de intimidação surtiu efeito contrário. “Aqui na cidade tinha um cala-boca que ninguém falava nada. Hoje a gente tem um jornal, divulga, protesta, as coisas já mudaram demais.”
Os cidadãos que decidem exercer controle social têm notado que é preciso encontrar respaldo externo para se livrar de ameaças. O Instituto de Fiscalização e Controle (IFC), com sede em Brasília, trabalha em parceria com organizações municipais e regionais. O projeto Adote um Município fecha um triângulo com a participação daAmarribo, uma ONG formada a partir de uma experiência de fiscalização desenvolvida em Ribeirão Bonito, no interior paulista. 
A Amarribo acabou por se constituir em uma rede de instituições envolvidas no combate ao desvio de verbas e, com isso, fornece experiências a quem está dando os primeiros passos – como formar uma organização, de que maneira atuar, onde buscar dados. “A maior dificuldade que vejo é que há uma cultura muito patrimonialista no Brasil, que admite uma mistura entre dinheiro público e dinheiro privado”, lamenta Henrique Ziller, presidente do IFC. “De certa maneira, a maior parte da população, omissa, legitima a ação de prefeitos que podem se servir à vontade do caixa público.” 

Marchando

Força-Tarefa Popular do Piauí, que há dez anos atua em controle social, também esbarra em obstáculos culturais. O projeto optou por atuar de maneira peculiar no exercício da democracia direta. Todos os anos, um grupo marcha 150, 200 quilômetros pelo interior do estado fiscalizando as contas dos municípios. É feito um traçado que leve em conta problemas detectados pelos tribunais de contas. Planilha nas mãos, os militantes se reúnem com a população local para discutir problemas e soluções.
Há casos de administrações que não constroem redes de abastecimento d'água para poder seguir com a troca de carros-pipa por votos. Há, também, casas populares que são abandonadas pelo meio do caminho, projetos de iluminação às escuras e verbas desviadas de políticas de combate a doenças. “Quanto mais distantes as comunidades, maiores os desvios. Muitos lavradores acham que os poços d'água estão sendo dados, como se ele não tivesse nenhuma participação com seus impostos naquilo”, constata Arimatéia Dantas, coordenador da Força-Tarefa. “Se a gente conseguisse articular os honestos, teria outra saída. Por outro lado, os corruptos, que nem são muitos, são mais articulados. Eles pensam e repensam, como uma máfia.”
Por isso, para que as medidas aprovadas na Consocial ganhem força efetiva, precisarão ser reproduzidas por todo o país. “Precisamos produzir manuais de como se lê contrato, como se controla o orçamento público. A conferência precisa botar isso na pauta. Se a gente quiser, no final da conferência, ter diretrizes para construir um plano nacional de transparência e controle social, a gente precisa dar as linhas”, avalia Magri, do Ethos.

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/07/conferencia-de-controle-social-tera-efeito-sobre-todas-contas-publicas

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Criança Infratora - Analândia-SP

Criança é tratada como infratora após erro de conselheiros, delegacia e MP em Analândia

Criança de 9 anos é tratada como infratora após erro de conselheiros, delegacia e MP em Analândia (27/7/2011)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Estradas rurais de Analândia-SP


As estradas rurais de Analândia ficaram muitos anos sem a devida e adequada conservação. O poder publico  anos apenas faz consertos paliativos e, mesmo assim, em hora inadequada, quando começam as chuvas. No período da seca, em que o problema é menor, não se preocupa em conservar as estradas. É um problema de falta de planejamento que se arrasta por muitos anos.

A Ong Amasa vem pedindo há anos que o poder público mantenha as estradas em boas condições de uso. Isso não é nenhum favor; é dever do Executivo a conservação das estradas rurais. Elas facilitam o escoamento da produção agropecuária e a promoção do turismo, dois setores importantíssimos para a economia municipal, que injetam grandes somas no comércio local, gerando empregos e renda.  A divulgação do problema que vinha ocorrendo em maior escala com as estradas rurais surtiu algum efeito. Notamos e reconhecemos que a Prefeitura fez obras de reparo e conservação em alguns trechos; mas tudo muito aquém do esperado e da necessidade do município.

Um colaborador do Blog passou pela estrada Analândia/ Descalvado e nos mandou um comentário:

Eu achava que não ia p/ DESCALVADO,mas para CALVARIO.
EU NUNCA VI 1 DESPREZO P/ COISAS PUBLICAS COMO AQUELA ESTRADA,SE,É,QUE SE PODE CHAMAR AQUILO DE ESTRADA.
SE ALGUEM FOTOGRAFAR OS BURACOS,A,LARGURA QUE NÃO PASSAM DOIS CARROS,PODERIA COMPROVAR  O  ESTADO LAMENTÁVEL.
DEPOIS QUANDO SE PASSA PELA DIVISA C/ DESCALVADO A ESTRADA SE ALARGA,É,LISA,PEDREGULHADA,ENFIM,TRANSITÁVEL.
PEDIRIA AOs AMIGOs SE POSSIVEL UMA CAMPANHA À QUEM DE DIREITO,O IMEDIATO CONSERTO DAS ESTRADAS MUNICIPAIS DE NOSSA CIDADE.
EMILIO ERNESTO ROSNER




Foto tirada em 29/12/2009 onde a Amasa já reivindicava do executivo melhorias nas estradas. Neste dia as  maquinas da prefeitura estavam fazendo favor de levar terra no posto de gasolina da entrada cidade, e não cumpria com suas obrigações.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

De Analândia-SP para o mundo!

Esse mês o Blog recebeu vários acessos internacionais, vejam os indicadores do GOOGLE!
Quem estaria interessado em nossa querida Analândia? Nunca se fez tanto em tão pouco tempo, vamos ajudar o pessoal da AMASA  a colocar Analândia nos trilhos.


Estados Unidos 300

Portugal 105

Alemanha 68

França 38

Geórgia 20

Israel 18

Reino Unido 17

Itália 13

Rússia 13

Quanto vale o seu voto?

Em 2006, eu morava numa cidadezinha minúscula da fronteira Brasil-Bolivia, em Rondônia, e transferi meu titulo para participar das eleições municipais daquela cidade. No dia de ir às urnas, encontrei uma conhecida, moradora da cidade, andando pela zona eleitoral como uma barata tonta. Perguntei se ela já havia votado e ela respondeu que sim, “há muito tempo”, e que a zona dela nem era aquela. Estava ali só encenando uma dúvida cruel sobre em qual candidato votar. “Três pessoas já me abordaram. Ganhei R$ 150 já”, cochichou, enquanto mostrava três rolinhos de notas amarelas.

Há muito se discute sobre a forma de fazer campanha. Hoje a Justiça Eleitoral já avançou muito no combate a compra de votos. Não faz muito tempo se via de tudo. Brindes, cestas básicas e uma infinidade de presentes ao eleitorado. Acontece que o povo ficou mal acostumado com o tempo do vale-tudo eleitoral e continua vendo seu voto como moeda de troca.

Na noite de ontem, durante uma caminhada que João da Costa realizou pelo bairro da Mustardinha, na zona norte, um morador me puxou pelo braço e me indagou, pensando talvez que eu trabalhasse na campanha do PT: “Cadê o dinheiro? Se ele me der cem eu voto nele”. Mais adiante, depois de ser cumprimentada pelo candidato, a feirante Maria da Conceição Vieira Mendes, 37, afirmou: “Meu voto é dele porque João Paulo fez muito pela minha mãe. Ele deu o material de construção pra ela terminar a casinha dela”.

Infelizmente, a maioria da população, principalmente essa parcela que só é lembrada entre os meses de julho e outubro de anos pares, não está preocupada com o que os candidatos podem fazer pelo coletivo. Talvez por não ter mais esperança, já que vai e vem eleição e suas comunidades não sofrem grandes avanços, as pessoas estão cada dia mais preocupadas com o que cada uma pode ganhar em troca. Aí vale qualquer tijolinho, qualquer saco de arroz…

O voto nunca esteve tão barato.

Fonte: Blog Acerto de Contas