domingo, 27 de novembro de 2011

Sobre ThieresSonhei o teu sonho


Deus criou o homem e o homem criou os muros
Cercou as casas e as varandas, pelos quatros cantos do mundo
Cercou o tempo, o passado, o presente e o futuro
Cercou o espaço, os sonhos, a mente e os pássaros
Cercou a árvore que nos dá o fruto, a sombra e a penumbra
Cercou as matas, arou a terra, plantou o trigo e cercou o pão
Foi preciso cercar o outro homem...
Ontêm, sonhei o teu sonho
Sonhei que os soldados cantando e dançando
Libertando-se de todo o mal, surgiam de todos os lugares
Para velar o funeral de todo o arsenal das ogivas nucleares
No sonho os homens não eram escravos
Nem de si nem dos outros, tampouco das cores
Pois o dinheiro, havia sido morto em combate com o amor
As crianças Cravo e Canela zombavam das cores
Como não tinham fome, caçavam estrelas
Quando cansadas, tornavam-se nelas
Sonhei que os pessoas não tinham coisas, mas sentimentos
E em sinal de alegria, cantavam suas orações
Não de mãos espalmadas, mas de braços dados com o milagre do dia
E Deus, todo pequeno gesto de amor, não frequentava igrejas, livros ou estátuas
Apenas corações, só corações...
Sonhei o teu sonho, sem saber que também era o meu!




Felicidade a nossa por escolhermos uma profissão, na qual podemos falar aquilo que pensamos!
Eu não odeio o ser humano, e sim o crime que ele cometeu.
O meu inimigo é apenas o crime, não será mão, nem pé, nem braço ou rosto, nem parte alguma que pertença ao corpo...
Afinal o crime não é o criminoso, assim como a doença não é o enfermo, e o médico luta contra o enfermo ou contra a doença ?
Quanto a insensíveis, existem aqueles ainda que ouvissem, da boca de Cristo, o ´´Sermão da Montanha´´, bocejariam e cochilariam.
Para estes, recomenda-se: quando imaginarem que estão lutando contra um monstro, cuidado para não se transformarem em um...

Um comentário:

  1. nao votem nessa familia28 de novembro de 2011 13:08

    Vivo em minha própria prisão
    Criado por meus medos e incertezas
    Sem ter confiança em mim mesmo
    Dou ouvido a estranhos que vivem de aparência
    Não fazem o que falam, mais sim, falam o que não fazem.
    Será esse o meu destino, viver em meio a falsidade alheia?
    Será que posso reverter a situação ou apenas entrar na dança e
    Contrariar meu ego e meus próprios interesses?

    Às vezes penso que morrer é a melhor solução
    Pois, será que os erros dos outros refletem nos meus?
    Ou é só uma maneira e me sentir melhor?
    Daí me pergunto:
    Como podemos viver em meio a esses descasos
    Sem qual quer perspectiva de vida, onde à monstros a solta
    Que querem nos sugar até a ultima gota.

    Será que somos importantes para eles?
    A resposta é clara, SIM.
    Pra ser exato, de quatro em quatro anos,
    Onde o futuro mútuo e geral de toda a nação
    Torna-se reduzido ao ponto de ser expresso em um único “click”,
    Onde o destino deles fica inteiro em nossas mãos
    E seja por um motivo ou outro qualquer
    Omitimos-nos e desperdiçamos tudo
    Deixando em” branco” a chance de vencer
    Ou até mesmo “anulando” o gosto da vingança.

    Como eles podem dormir,
    E botar a cabeça no travesseiro tão tranquilamente?
    Em quanto existem pessoas que passam fome, frio, noites em claro.
    Escutando o filho pedir por comida e não ter nada para dar em troca,
    Sem chance alguma de viver caem na marginalidade,
    Tirando dos outros o que também era pra ser lhes dado de graça.
    Porém os maiores ladrões usam roupas de linho
    E nunca passaram fome, frio, ou até mesmo sentiram algum tipo de desprazer
    A não ser o sentimento de não ter roubado um pouco mais
    No mandato anterior.
    Sempre foram criados na burguesia em bairros nobres
    Não sabem o que é acordar de 5:00 hrs da manhã
    Ou pegar uma condução lotada e no final do mês
    Receber o mínimo necessário para sua sobrevivência.
    Essas criaturas não roubam só bens materiais,
    Abdica das pessoas um direito,
    todavia roubam o bem mais precioso,o “direito a vida”
    Deixando-as sem esperança, dignidade, sem amor,
    Iludidas por uma realidade que mais parece pesadelo,
    E dentro de si mesmo saem gritos de socorro e dor é sua alma
    Que por algum motivo singelo não se corrompeu
    Pelo aflito que aqui se passa.

    A capacidade humana vai além da imaginação racional
    Pois pessoas utilizam-se do sofrimento alheio
    Para promover-se de cargos populares e enaltecer seu ego
    Escondendo assim realidades e fatos.
    Não passe mais quatro anos, com essa farpa em seus olhos, pois,

    A verdade está bem a frente de nossos olhos
    Só que por algum motivo não conseguimos enxergá-la!

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